Gestão de Redes

Apresentação do Programa

Atualmente, a gestão de redes abrange muitos aspectos, que podem ser resumidos ou sintetizados em tarefas de “desenvolvimento, integração e coordenação de hardware, software e dos elementos humanos para monitorar, testar, sondar, configurar, analisar, avaliar e controlar os recursos” de uma rede para chegar a níveis de trabalho e de serviço adequados aos objetivos de uma instalação e de uma organização. Abranger todas essas atividades é algo ainda mais complexo quando, com urgência, são necessários profissionais capazes de conhecer tecnologias associadas a redes e oferecer serviços.

1.1. Importância de uma formação em Gestão de Redes

A necessidade de um gerenciamento de redes com foco na gestão e nos serviços é, nos dias de hoje, um componente de trabalho que precisa ser desenvolvido com uma elevada capacidade sistêmica de integrar conhecimento de telecomunicações com conhecimento de hardware e software de computador de redes e dados.

Nesse sentido, o Programa Gestão de Redes centra-se em fornecer todos os elementos necessários para a administração de redes pelo viés das telecomunicações e da informática, dando especial relevância à noção de serviços.

1.2. Conceitos centrais do programa: gestão e redes

O conceito de gestão costuma estar associado à capacidade de organizar, desenvolver e controlar todos os recursos necessários para alcançar uma finalidade específica preestabelecida. Na área de redes, esses objetivos são tão variados quanto as necessidades delas. Assim, podem ser encontrados objetivos como aumentar a eficiência, reduzir riscos, incrementar a qualidade, oferecer melhores serviços ou aumentar a rentabilidade organizacional. O conceito de gestão de uma rede não é, portanto, limitado à gestão técnica e tecnológica dos recursos, mas sim de mais elementos até chegar aos serviços.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática do desenho dos conteúdos, permite dirigir o programa de Gestão de Redes a profissionais que trabalham ou desejam trabalhar com gestão de redes. Permite que pessoas em posições técnicas, de assessoria ou apoio e assistência em temas de redes ou em funções similares, programadores, técnicos em sistemas ou telecomunicações, adquiram uma visão das redes como meio de desenvolvimento organizacional.

Titulação

Ao ser aprovado em todas as disciplinas e satisfazendo todas as exigências acadêmicas, administrativas e financeiras previstas pela Fundação Universitária Iberoamericana e pela universidade ou entidade que regulamenta o programa, será expedido o grau ou título respectivo. O nome do grau ou título poderá variar em função da legislação de cada país e do regulamento de cada universidade ou entidade que o emite.

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa depende do perfil acadêmico do aluno e dos requisitos da Universidade correspondente.

Em relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um curso a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não existe uma data específica para seu início, razão pela qual o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, disponibiliza-se de uma duração mínima do Programa de 6 meses, contabilizado a partir da data de entrega do primeiro volume até a data de recebimento do último exercício de avaliação;
  • O tempo máximo do qual se disponibiliza para realizar o Programa é de 12 meses e de 9 meses (para o caso de alunos matriculados na versão sem Projeto Final). Neste período de tempo, o aluno deve superar com êxito todas as atividades de avaliação.

Para el caso de personas sin titulación previa, la estructura de créditos del programa serecoge en la siguiente tabla:

  CRÉDITOS1 DURAÇÃO2 HORAS
1ª Parte: Disciplinas 20 4 200
2ª Parte: Estudo e Resolução de Caso 10 2 100
TOTAL 30 6 300

No caso de alunos com titulação prévia e que tenham cursado algum programa que exija a realização de um Trabalho Final, a estrutura de créditos é estabelecida conforme a tabela abaixo:

  CRÉDITOS3 DURAÇÃO4 HORAS
1ª Parte: Disciplinas 20 4 200
2ª Parte: Estudo e Resolução de Caso 10 2 100
3ª Parte: Trabalho Final 10 3 100
TOTAL 40 9 400

1. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula.
2. Duração em meses.
3. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula.
4. Duração em meses.

Objetivos

Objetivo geral:

  • Definir, desenvolver e propor serviços de redes compreendendo e conhecendo todos os elementos de telecomunicações e de informática que podem participar ou estar presentes.

Objetivos específicos:

  • Conhecer tecnologias e sistemas de redes.
  • Propor novos serviços de redes.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa Gestão de Redes são:

  • Analista funcional, arquiteto de sistemas e analista de tecnologia de sistemas informáticos.
  • Analista/projetista de software de redes de telecomunicações.
  • Designer ou analista de plataformas ou arquiteturas informáticas.

Plano de estudos

  • 1ª Parte: Disciplinas (200 horas).

Cada disciplina permite conhecer os conceitos necessários para o conhecimento dos fundamentos tecnológicos de redes e de gestão de redes.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem essa parte são exibidas na tabela abaixo:

Essas disciplinas, apesar de serem independentes entre si, são sequenciais e estão estruturadas segundo uma ordem pedagógica coerente. Cada uma se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo é apresentado em material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente as diversas atividades de avaliação.

  • 2ª Parte: Estudo e Resolução de Caso (100 horas).
O objetivo é resolver um caso de enfoque eminentemente prático proposto pelo próprio aluno ou pelo tutor.
  • 3ª Parte: Trabalho Final (100 horas)
O objetivo é realizar um Trabalho Final do programa destinado a colocar em prática os conhecimentos adquiridos. O Trabalho Final é realizado quando o regulamento do programa assim exigir, de acordo com cada universidade ou organização responsável pela emissão do grau ou título.

Descrições dos Cursos

  1. ARQUITETURAS, REDES E SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

    Essa disciplina revisa de maneira descritiva os conceitos fundamentais de redes de computadores e de sistemas distribuídos, tendo como base as arquiteturas atuais como Internet e sua relação com arquiteturas de alto desempenho de sistemas distribuídos, introduzindo as questões importantes relacionadas com a disponibilidade, segurança, confiabilidade e integridade da informação nas redes e entre elas.

    INTRODUÇÃO À INTERCONEXÃO DE REDES
    Introdução aos sistemas de redes. Tipos de arquitetura. Conceito de sistema distribuído.
    MODELOS E ARQUITETURAS
    Modelo OSI. Arquitetura Internet. Arquitetura Cliente-Servidor. Requisitos de segurança para as novas arquiteturas: Heterogeneidade de domínios; mobilidade e segurança. Novas arquiteturas: FARA, TRIAD, IPNL, HIP, I3, HIP3, etc.
    SISTEMAS DISTRIBUÍDOS ABERTOS
    Modelos de referência. Arquiteturas e padrões. Computação orientada a serviços. Base de dados distribuída. Grades computacionais. Vantagens dos Sistemas Distribuídos. Desvantagens dos Sistemas Distribuídos.
  2. GESTÃO E SEGURANÇA DE REDES

    A disciplina prepara para utilizar a ferramenta adequada, em cada circunstância, para realizar uma gestão eficiente e segura de Redes. Para um correto funcionamento, a identificação dos riscos da informação e a garantia do sistema são muito importantes.

    SEGURANÇA DE REDES
    Introdução. Segurança da Informação. Ameaças. Mecanismos de segurança. Padrões de Controle de acesso. Planejamento e administração de sistemas seguros. Trusted Computer System Evaluation Criteria (TCSEC). Information Technology Security Evaluation Criteria (ITSEC) Common Criteria for Information Technology Security Evaluation (CC). Comunicações e segurança em redes. Código malicioso. Criptografia. Ferramentas de segurança.
    GESTÃO DE REDE
    Áreas de aplicação. Centros de Gestão de Rede e gestão integrada. Modelos de gestão. Modelo de informação. Modelo de comunicações. Monitoramento Remoto de Redes (RMON).
  3. GESTÃO DE BASES DE DADOS E RECURSOS DE INFORMAÇÃO

    A disciplina introduz os conceitos e soluções que um Administrador de Tecnologias da Informação deve conhecer para realizar uma gestão adequada da informação em sua Organização como parte de um projeto de Engenharia de Software.

    GESTÃO TECNOLÓGICA DA INFORMAÇÃO
    Introdução. A Informação. A Gestão do Conhecimento. A Informação como recurso. Os Sistemas de Gestão de Base de dados.
    DEFINIÇÃO DO TRABALHO DO ADMINISTRADOR DE BASE DE DADOS
    Introdução. Administração de Base de Dados, Dados e Sistema. Tarefas do Administrador de base de dados. Tipos de Administradores de Base de dados. O Administrador de Base de dados na Organização.
    DEFINIÇÃO DO AMBIENTE DE BASE DE DADOS
    Introdução. Definição da Estratégia. Instalação do Servidor de Base de dados. Atualizações do Servidor de Base de dados. Definição de padrões.
    MODELAGEM DE DADOS
    Introdução. Componentes de um Modelo de Dados. Fases do Desenho de Modelos de Base de dados. Normatização.
    DESENHO DE APLICATIVOS COM ACESSO À BASE DE DADOS
    Introdução. SQL. Definição de Transações. Bloqueios.
    INTEGRIDADE DE DADOS
    Introdução. Integridade Estrutural. Integridade Semântica.
    DISPONIBILIDADE DA INFORMAÇÃO
    Introdução. Custo de Downtime. Problemas de Disponibilidade. Garantia de disponibilidade.
  4. REDES DE TELECOMUNICAÇÕES

    A disciplina prepara o aluno para compreender as diferentes possibilidades tecnológicas atuais e futuras em aspectos relacionados às infraestruturas para a transmissão de informação por meio das Redes de Telecomunicações.

    INTRODUÇÃO ÀS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES
    Conceitos base. Estrutura. Tipos. Modelos de Referência. Padronização.
    MEIOS DE TRANSMISSÃO
    Par de cobre. Fibra óptica. Rádio. Satélite.
    REDES
    Área local. Comutação de circuitos. Comutação de Pacotes. Protocolo Internet (IP). Comunicações móveis. Banda Larga. Nova Geração.
    CASO PRÁCTICO
    Desenho de uma rede de telecomunicações de âmbito local.
  5. SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

    A disciplina prepara para a aquisição dos conceitos básicos relativos aos serviços de Telecomunicações. Focalizando suas análises nas possibilidades de desenvolvimento empresarial.

    CONCEITOS RELATIVOS A SERVIÇOS
    Qualidade de serviço. Serviços telefônicos. Sinais e técnicas de transmissão. Formato de Sinais binários. Ruído. Sinais de dados. Sinais de voz e digitalização. Meios de transmissão. Comutação. Sinalização. Tráfego.
    SERVIÇOS
    Televisão: TV digital terrestre (TDT). Telefonia fixa e móvel. Acesso à Internet Banda Larga. Redes de dados. Redes sem fio.
    SERVIÇOS EMPRESARIAIS
    Necessidades. Serviços disponíveis. Adaptação serviço / cliente. Provisão Novos serviços.
    CASO PRÁTICO

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla. Doutor Engenheiro em Eletrônica, pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Eletrônica pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Ramón Llull, Espanha. Coordenador da Área P D i – Área de Projetos, FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez.Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos. Coordenador Acadêmico do Programa Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dr. Miguel López Coronado.Doutor Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Politécnica de Madrid. Catedrático do Departamento de Teoria do Sinal e Comunicações e Engenharia Telemática, Universidad de Valladolid.
  • Dr. Juan Antonio Romo Argota. Doutor Engenheiro de Telecomunicação pela Universidad del País Vasco. Professor da Escuela Superior de Ingeniería de Bilbao, Departamento de Eletrônica e Telecomunicações, Universidad del País Vasco.
  • Dra. Isabel De La Torre Díez.Doutora em Telecomunicações pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de Valladolid em temáticas vinculadas a serviços telemáticos, base de dados, business intelligence. Pesquisador Pós-doutoral sobre Informática Biomédica.
  • Dra. Begoña Blanco Jáuregui. Doutora de Comunicações, Eletrônica e Controle, Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Bilbao. Universidad del País Vasco. Pesquisadora do grupo Networking, Quality and Security (NQAS) na Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Bilbao.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez.Engenheiro Superior de Telecomunicação e de Gestão de RH. e Ciências Empresariais - MBA IESE. Mestrado em Redes e Serviços avançados em Internet pela Universidad Politécnica de Madrid. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado.Doutora em Telecomunicações pela Universidad del País Vasco. MSc. in Management of Manufacturing Systems pela Universidad de Cranfield, Inglaterra. Experiência em Projetos P D i. Professora da Universidad del País Vasco.
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutor Engenheiro pela Universidad Politécnica de Cataluña e MBA pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Izel Marez.Doutora em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De Abajo. Doutora pela Universidad de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria do Sinal, Comunicações e Eng. Telemática, da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Ignacio Eizmendi Izquierdo.Professor da Universidad del País Vasco.
  • Dr. Eduardo García Villena.Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Diretor Acadêmico da Área Ambiental da Fundação Universitária Iberoamericana.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez.Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz.Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dr. (c) Saúl Domingo Soriano.Doutor candidato pela Universidad de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Dr. (c) Jon Sánchez de la Fuente. Professor da Universidad del País Vasco.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo.Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidad Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Master in Computer Science na Universidade Estatal de Campinhas em São Paulo (Brasil).
  • Ms. Virginia Saman.Engenheira em Informática de Gestão da Universidad Santa María de Chile Campus Guayaquil. Mestrado em Logística (França).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER. 

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez finalizado o Programa Acadêmico, os alunos que assim o desejarpoderão ingressar na Bolsa de Trabalho Ambiental. Para isso, deverãoremeter currículum vitae, indicando dados pessoais, acadêmicose de experiência profissional. Assim, o aluno estará informado dasofertas de trabalho que venham a surgir e que se ajustem a seu perfilprofissional.